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Continua preso, agora no 4° Distrito Policial de Curitiba (4° DP), um morador que matou um suspeito de assalto durante a madrugada desta terça-feira (30) na rua Airton Duma, na Vila Verde, Cidade Industrial de Curitiba (CIC). O rapaz, que terá sua identidade preservada, disse em entrevista à Banda B que "ou matava ou morria”.

Autuado por homicídio, o homem não se arrepende do que fez. “Ou eu matava ou morria. Nunca tinha atirado em ninguém, apesar da minha arma ser registrada, só que precisava me defender. Não estou arrependido, já que garanti a segurança de minha família. A arma, inclusive, eu mantinha para defesa pessoal, porque não tinha segurança nenhuma”, disse.

Segundo o superintendente Ivan, do 4° DP, os trâmites para o flagrante foram feitos dentro da lei e não havia outra atitude a ser tomada. “Quando um caso chega ao plantão no Ciac não há uma equipe especializada para fazer um levantamento mais profundo, temos apenas informações da PM e, neste caso, do acusado. Todos os requisitos do caso levaram o delegado para realizar a autuação, que foi feita de maneira legal”, disse o superintendente.

Para o policial, caso surjam novas provas, o morador pode ser colocado em liberdade. “Todo o caso será investigado e o juiz pode decidir pela liberdade dele. O rapaz morto no caso aparenta ser um adolescente e ainda não foi identificado. O corpo dele segue no Instituto Médico Legal”, contou Ivan.

Relembre o caso

A tentativa de invasão aconteceu às 2h20 quando o morador notou pela janela da residência, que fica na rua Airton Duma, que dois homens tentavam pular o portão da casa. Então, o morador pegou a arma e disparou um tiro contra os bandidos. Ele teria efetuado os disparos na mesma janela de onde teria visto a dupla tentando invadir a casa. Ele mora com a família, mas não há informações sobre quando estavam na casa neste momento. Também não se sabe quantos disparos foram feitos em direção da dupla.

Um dos bandidos caiu ao ser ferido por um tiro no abdômen e morreu em poucos minutos. Sem identificação, ele trajava camiseta azul, calça jeans preta e tinha uma tatuagem no antebraço direito “Vida Loka”. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Curitiba onde aguarda o reconhecimento da família. O outro comparsa conseguiu fugir.

A Polícia Militar (PM) foi acionada pela família. O morador foi encaminhado ao Centro Integrado de Atendimento ao Cidadão (Ciac-Sul), no bairro Portão, onde foi preso após ser atuado em flagrante por homicídio.



Vivemos em um Brasil que permite que uma pessoa dirija bebada, atropele, mate muitas vezes famílias inteiras e é quando muito julgado por homicídio culposo, temos casos como o da semana passada reportado aqui mesmo no Diário Guaratuba onde o motorista além de atropelar e matar o pai que estava acompanhado com seus 3 filhos de 6 e 8 anos, não prestou socorro e deixou a cena que acompanhará a vida dessas crianças até o fim que é a visão do pai morto e jogado no chão sem que lhe prestassem o mínimo de socorro, agora num caso desses onde a pessoa está defendendo a própria família, dentro de sua casa, arma registrada, não deveria sequer ser preso, conduzido sim para seus esclarecimentos e até que provem ao contrário é inocente, agora se um bandido mata alguém, foge do flagrante, pode se apresentar e ficar em liberdade. Onde está a lógica disso? Quem de vocês que na mesma situação faria algo diferente? Em países como Estados Unidos, a cidade faria uma festa, o cidadão ganharia uma medália, aqui ele ganha uma cela, um processo. Quem nunca achou que as leis privilegiam bandidos? Até quando? Faça campanha, converse com seu visinho, envie e-mail ao seu deputado, senador, um dia se Deus quiser eles vão ouvir, ou faremos como o ficha limpa, que só é realidade por iniciativa popular.

Fonte: noticias.r7.com

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