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Os torcedores vascaínos tentaram invadir o gramado e entraram em confronto com policiais militares. No lado de fora do estádio também houve confusão e foram ouvidos barulhos de tiros.

De acordo com o jornal O Globo, o confronto resultou em um morto e vários feridos. Um torcedor do Vasco, de 27 anos, morreu após ser baleado no peito. A Polícia Militar informou que ele deu entrada no Hospital Souza Aguiar já em óbito. Outros três torcedores chegaram feridos à unidade e já receberam alta.
Uma testemunha afirmou que a polícia foi responsável pelos disparos. “Ele (a vítima) era um cara muito bom, já tinha um bom tempo que não vinha aos jogos e, agora, acontece isso aí. Quem estava lá na hora contou que um PM chegou atirando em todo mundo. Os amigos ainda tentaram trazê-lo para o hospital, mas ele morreu ainda no carro”, disse um integrante da torcida.

A identidade da vítima e dos feridos não foi divulgada, mas os policiais informaram que todos os quatro casos têm relação com os confrontos ocorridos após o jogo entre Vasco e Flamengo.

VASCO

O presidente do Vasco Eurico Miranda se posicionou sobre a confusão generalizada e pediu desculpas. “Pedi para falar para pedir desculpas em nome do Vasco. O que aconteceu aqui não é Vasco. Isso não é Vasco. Estou apresentando meu pedido de desculpas em nome do Vasco. Realmente o que aconteceu aqui é algo que não tem nenhuma justificativa. Mas preciso deixar uma coisa muito clara: nós, como fazemos sempre, tomamos todas as providências para que o jogo pudesse transcorrer sem nenhum incidente”, disse ele.

FLAMENGO

O Clube de Regatas do Flamengo divulgou uma nota sobre o episódio de violência que marcou o final do jogo nesse sábado (8). O comunicado diz que o Flamengo “lamenta a situação a que foram expostos nossos profissionais, colegas da imprensa e torcedores após o término da partida contra o Vasco e repudia todo e qualquer ato de violência dentro e fora dos estádios. O Flamengo entrou em campo e venceu na bola. Agora, espera que todas as providências sejam tomadas para que um episódio desastroso como o de hoje não se repita e que os marginais responsáveis sejam punidos. O futebol tem sido vítima constante da impunidade e da falta de sensibilidade de alguns dirigentes, que estimulam o ódio”

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