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Socorro  o filho e esposo

As duas famílias que tiveram as casas invadidas pelas águas das chuvas provocadas pelo transbordamento do Riacho Ipuçaba procuram forças para recomeçar, depois que tiveram praticamente tudo perdido.

O repórter Francisco José esteve neste domingo (28/01) visitando as famílias e acompanhou de perto o sofrimento de quem procura tirar de não sabe onde força para recomeçar.


As duas casas atingidas na Rua José Euclides no bairro Cafute tem parentesco e a tragédia atingiu ambas.  A senhora Maria do Socorro, que teve a casa mais afetada disse ao repórter que tanto os móveis como os eletrodomésticos foram arrastadas pela correnteza. "Eu fiquei sem nada, até as roupas foram levadas" conta.

Emocionada a senhora conta que a família passou a noite deste sábado sentados numa cadeira, pois não havia mais cama para deitar. "Ninguém queira passar por que eu passei." desabafa. Socorro relata que já havia passado por outras enchentes, porém como essa do último sábado foi devastadora.

A vizinha que também teve a casa afetada, que é irmã da Dona Socorro também relata da dificuldade enfrentada pela família no momento da enchente. "Nós só conseguimos salvar documentos, um aparelhos de som e a Televisão o resto a água levou tudo" disse.

Dona Graça disse que na casa moram seis pessoas e que não sabe o que fazer e ela atribui o fato não somente a chuva. "Há 28 anos que moro aqui nunca aconteceu isso, agora depois que fizeram esse muro e começaram a colocar aterro, calçamento aí pronto" desabafa.


De acordo o que apurou o repórter cinco casas foram afetadas, porém apenas duas delas as dos irmão foram as mais atingidas, até porque elas foram construídas abaixo do nível da rua.

Áudios
Ouça nos áudios abaixo a entrevista com as famílias.



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