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  Valor foi fixado em transação penal é convertido em bens para o 31º BPM (Recreio), onde policial desacatado é lotado.
Pagamento de três salários mínimos para uma instituição. O valor de R$ 2.364 foi fixado em acordo de transação penal proposto pelo Ministério Público do Rio a Ana Maria Lucas de Souza, que apareceu, há quase um ano, em vídeo desacatando um policial do 31º BPM (Recreio). “Eu sou arquiteta e estou fazendo obras com várias UPPs”, gritava ela para o policial que gravava a cena e pedia para que ela apresentasse a sua documentação e a do carro. O beneficiário escolhido foi o batalhão onde o desacatado é lotado e deve ser usado para a compra de objetos e bens materiais.

O acordo foi feito em audiência especial realizada em 14 de outubro. Por se tratar de uma transação penal, que não é condenatória — e já cumprida pela autora —, não cabe denúncia e pena a arquiteta. A sentença também não tira o caráter primário do réu que assinou o acordo.


Via facanacaveirra

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