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O presidente Michel Temer comemorou a aprovação, nesta quarta-feira, do regime de urgência para o projeto de reforma trabalhista. “O resultado obtido na votação, 287 votos favoráveis, traduz uma ampla maioria e um firme apoio do Congresso”, disse o porta-voz do Planalto, Alexandre Parola.
O governo também afirmou que o placar “indica uma sintonia entre o Executivo, o Legislativo e a sociedade brasileira em torno da necessidade de aprimoramento dos marcos que regem as relações de trabalho em uma economia que volta a crescer”.
Na noite de terça, o governo havia sido derrotado em plenário quando o requerimento de urgência teve o apoio de apenas 230 deputados, quando seriam necessários 257 votos – 163 deputados votaram contra e um parlamentar se absteve. Hoje foram 287 votos a favor e 144 contra.
Previdência - Havia uma preocupação muito grande no Planalto de que a derrota de terça se repetisse nesta quarta, dando um péssimo sinal para o mercado de que o governo não teria uma base aliada real no Congresso. Se isso ocorresse, seria uma demonstração de que o Planalto, mesmo tendo cedido em muitos pontos na discussão da reforma da Previdência, não conseguiria os 308 votos necessários para sua aprovação.
O presidente também lembrou de outra vitória do governo na noite de terça, no projeto de ajuda aos estados endividados. “A aprovação do projeto hoje soma-se à aprovação, na noite de ontem, do texto-base que cria o Regime de Recuperação Fiscal dos Estados”, declarou o porta-voz de Temer. Para o presidente, “ambas (as votações) confirmam a solidez da base congressual do Governo”.
*** Informações com O Estadão via Revista Veja

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