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Na China, sede de algumas das principais empresas de e-commerce que têm feito sucesso entre os brasileiros e obtido lucros com a atuação no país, como Shein, Shopee e a AliExpress, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad comparou as transações que passam ao largo da cobrança de impostos a crimes como contrabando e roubo de carga.

Ao ser indagado sobre o tema, Haddad deu uma resposta bastante curiosa. Disse que não conhece a Shein, uma das empresas de e-commerce chinesas que mais têm vendido no Brasil.

A declaração foi dada em meio à polêmica sobre taxação de compras em sites do exterior, onde a população mais humilde tem tido acesso a produtos com preços mais acessíveis.

Veja abaixo:

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