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 Karina foi assassinada por dois pistoleiros na porta de casa
No último dia 28, a população de Acopiara foi às ruas pedir justiça e prisão dos assassinos
Perícias que estão sendo realizadas pela Polícia Civil com o apoio da Perícia Forense (Pefoce) poderão desvendar mais rapidamente a trama que resultou no assassinato de uma jovem mãe de 21 anos na cidade de Acopiara (a 340Km de Fortaleza). O caso está sendo apurado pelo Núcleo de Homicídios da Delegacia Regional de Juazeiro do Norte.
Karina Firmino foi assassinada por dois pistoleiros – já identificados – na porta de casa, na noite de 4 de maio último, no momento em que descia de sua motocicleta.  Momentos antes, os matadores passaram pela lanchonete onde a vítima conversava com uma amiga e a encararam, como se estivesse ali para conhecê-la.
A investigação inicial apontou como suspeitos de terem ordenado o crime um casal formado por um policial militar e sua esposa, uma escrivã da Polícia Civil, ambos lotados naquele mesmo Município. No entanto, no decorrer da apuração, surgiram indícios de que, além deles, pelo menos, mais dois familiares teriam se envolvido no plano para matar a garota.
O delegado Cícero Geovane, de Juazeiro do Norte, foi designado  pela Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) para comandar as investigação e já tomou vários depoimentos importantes. Contudo, o passo mais importante da apuração foi a quebra de sigilos telefônicos dos investigados e da própria vítima do assassinato.
A varredura pericial nas ligações telefônicas efetuadas e recebidas pelos investigados nos dias anteriores e subseqüentes ao crime devem ser a prova principal que vai levar ao indiciamento de mandantes, executores e intermediários da pistolagem.  Contudo, há também várias ligações registradas no celular da jovem nas horas que antecederam a execução do crime. O PM teria insistido para um encontro às escondidas com Karina. Ela foi, e depois, tombou morta com os tiros à queima-roupa disparados pelos matadores de aluguel.
Karina teria sido morta após a descoberta de que tivera um filho fruto de uma relação com o policial militar casado com a escrivã da Polícia Civil. A família informa que, depois que o caso extraconjugal do PM veio à tona, a garota passou a sofrer ameaças de morte. Há duas semanas, a família dela recebeu o resultado dos exames de DNA que comprovaram ser o pai da criança, que hoje tem 9 meses.
 FONTE: blogdofernandoribeiro


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